Após feminicídio, MT orienta mulheres a buscar ajuda nos primeiros sinais
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Segurança

Após feminicídio, MT orienta mulheres a buscar ajuda nos primeiros sinais

O Gabinete da Mulher de Mato Grosso reforçou o alerta após o feminicídio de uma mulher de 38 anos em Nova Bandeirantes. Segundo o órgão, a vítima não tinha medida protetiva contra o suspeito, que está foragido.

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Por Redação Diário Norte Pioneiro · 24 de agosto de 2026 às 10:28
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O Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher de Mato Grosso orienta que mulheres procurem ajuda do Estado já nos primeiros sinais de violência doméstica.

O alerta foi reforçado após o feminicídio de uma mulher de 38 anos, ocorrido no sábado (22), em Nova Bandeirantes. O suspeito, Elessandro Riguer Bispo, de 35 anos, continua foragido, e a Polícia Civil mantém diligências para localizá-lo. A vítima era responsável por uma criança de 7 anos e cuidava do pai, com mais de 70 anos.

A delegada e secretária do Gabinete da Mulher, Mariell Antonini, afirmou que a busca por ajuda desde o início permite que os órgãos públicos conheçam a situação e adotem medidas de proteção. “A mulher não está sozinha. É muito importante buscar ajuda do Estado nos primeiros sinais de violência. Temos instrumentos para proteger essa vítima e ajudá-la a romper o ciclo. O isolamento não é a melhor saída. Procure a Polícia Civil, peça uma medida protetiva e permita que a rede de proteção possa atuar”, declarou.

Mato Grosso possui 11 unidades especializadas no atendimento às mulheres, sendo nove Delegacias Especializadas de Defesa da Mulher e duas unidades com atendimento 24 horas, em Cuiabá e Várzea Grande. Outras 29 delegacias têm núcleos especializados.

A Patrulha Maria da Penha está presente em 87 municípios, com cobertura para os 142 municípios do Estado. Conforme cada caso, mulheres com medidas protetivas também podem ter acesso ao Botão do Pânico e ao monitoramento eletrônico do agressor. O Estado oferece ainda auxílio-moradia mensal de R$ 600 para mulheres em situação de violência doméstica e vulnerabilidade. As informações estão reunidas na plataforma Mulher MT.

Fonte: noticiaexata.com.br

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